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ARTIGO – A qualidade precisa estar no DNA da empresa

A qualidade não pode mais ser vista como diferencial. Precisa ser encarada como compromisso de qualquer empresa, que tem a obrigação de incorporar a qualidade em sua essência na rotina de processos, produtos, serviços e pessoas, independentemente das transformações que tomam sem precedentes, sobretudo, o setor automotivo.

Se essa filosofia não estiver bastante clara para os gestores e líderes, as empresas certamente terão grandes dificuldades. Embora deva estar acima de qualquer processo de mudança, isto é, ser inerente à rotina, a qualidade mais do que nunca é uma obrigação da indústria, uma vez que representa o caminho que suporta este contexto de grandes transformações.

Se a qualidade for preservada em todos os pilares e tiver alta performance, a organização terá mais facilidade para administrar qualquer processo de mudança, no entanto o sistema de gestão da qualidade precisa ser robusto o suficiente para contemplar as novas demandas e, por consequência, as alterações que forem necessárias. 

Um dos grandes desafios na atualidade é a indústria 4.0. Pilares como manufatura aditiva, internet das coisas, computação em nuvem, integração de sistemas, realidade aumentada e big data modificam a organização, assim como o sistema da qualidade. As empresas devem olhar o que a indústria 4.0 traz de benefícios, mas também de alterações na forma de produzir, administrar e controlar.

Assim, a qualidade precisa andar em conjunto e apresentar desempenho 4.0 também. Com a digitalização cada vez mais intensa, auditorias de produto e processo irão passar por profundas mudanças. Consequentemente as empresas precisam se debruçar sobre esse processo de transformação da indústria 4.0 com o sistema de qualidade. 

Na linha da evolução, a qualidade hoje precisa ser autoproduzida e, mais do que nunca, tem o papel de garantir a excelência da forma mais abrangente. Neste contexto, a orientação deve ser toda direcionada ao cliente, interno e externo, bem como a qualidade deve ser assegurada em todo o processo para agregação de valor e na busca da excelência operacional.

Se o sistema de gestão da qualidade não acompanhar os pilares da indústria 4.0, a empresa terá riscos, como não ter mais domínio sobre a fabricação do produto. É tanta virtualização que não acompanhar a tendência pode significar recair na burocracia do papel e controlar o produto não será mais mensurável.

Diante deste cenário, o IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) reforça o compromisso como entidade que tem a missão de promover a qualidade no setor por meio de certificações e homologações, treinamentos, publicações técnicas e ensaios laboratoriais.

* Ingo Pelikan é presidente do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e gerente sênior de Gerenciamento de Fornecedores da Mercedes-Benz

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