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Aumento no consumo e inflação menor contribuíram para geração de empregos, diz economista

Segundo o Ministério do Trabalho, mais de 76 mil vagas de emprego foram criadas em outubro, melhor resultado para o mês desde 2013

No mês de outubro, mais de 76 mil vagas de emprego foram criadas em todo o país. A informação é do Ministério do Trabalho, que divulgou esta semana o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged. Segundo a pasta, esse é o melhor resultado para o mês desde 2013. Os dados indicam que os setores de Comércio, Indústria de Transformação e Serviços foram os destaques. Já os segmentos de Construção Civil e Agropecuária tiveram resultados negativos.

A região Nordeste foi a que apresentou o melhor resultado do país, com um aumento de 0,6%, o que representou na prática mais de 37 mil empregos criados. O Centro-Oeste, por outro lado, foi a única região a apresentar resultado negativo, com redução de 0,01%.

Para o economista e consultor financeiro Amir Khair, a liberação do FGTS e o PIS, por exemplo, explicam em parte o resultado positivo. Porém, o especialista ressalta que o principal fator que ajudou na geração de empregos foi a estabilização da inflação, controlada pelo governo.

“O que está sendo o fio condutor do crescimento e da redução do desemprego, vem sendo ao longo deste ano, é a melhoria do poder aquisitivo da população. O fato de você ter uma inflação baixa, muito baixa, coisa que não víamos há vários anos.”

Segundo Khair, a redução da inflação, principalmente no setor alimentício, aumentou o poder de compra do brasileiro, que agora tem dinheiro para consumir e fazer a economia girar. O resultado disso é a criação de novos postos de emprego. Segundo o Caged, no acumulado do ano, de janeiro a outubro, foram criados mais de 302 mil novos empregos formais em todo país.

Com a colaboração de Raphael Costa, reportagem, Tácido Rodrigues

 

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